Destino tão cruel... mais que impiedoso
Quantas vezes eu pedi, quantas as vezes implorei
Se afaste de mim, desapareça.
Quantas vezes eu afirmei
- Odeio você destino!
Mesmo assim, nada adiantou.
E porque você existe?
Só me faz machucar
Só me faz ferir
Só me fez enganar.
Quantas vezes tentei fugir
Parei de caminhar
Quantas vezes sorri pra não chorar.
E você, mau, tão mau
Que só soube zombar.
Quantas as vezes estive só
chorei e vivi só
E quantas vezes menti?
Menti pra fingir que estava tudo bem.
Mas no fundo tanto doía
Que a vontade era desabar.
Você esteve sempre tão presente
Mas como um furacão, algo destruidor
Tanto pisou, tanto bagunçou...
E agora mais um coração de vidro
Em mil pedaços se quebrou.

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